O pedido de indemnização de Chistine Ourmières-Widener à TAP, onde a antiga gestora reclama 5,9 milhões de euros, vai mesmo ser julgado no tribunal cível e não no administrativo, como queria a companhia aérea. Supremo decide que processo deve correr no tribunal cível. “Julga-se improcedente a revista, confirmando-se o acórdão recorrido e fixando-se a competência […]
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