No silêncio, muitas vezes sem acompanhamento adequado, quase sempre sem informação clara: é assim que vivem mais de três milhões de mulheres portuguesas. Ativas, funcionais e capazes, exige-se-lhes um envelhecimento sem rugas e flutuações de humor, mas nega-se-lhes o direito à valorização pessoal e profissional. Através de subtis atos de discriminação e ignorância, que entendem a menopausa como “o princípio do fim”, o século XXI ainda não sabe lidar com as senhoras que insistem em abanar o leque em locais públicos. É urgente combater este estigma.
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