Há tragédias nacionais que não irrompem abruptamente. Instalam-se progressivamente, camufladas por retórica técnica, matrizes de Excel e comunicados oficiais que visam normalizar o que deveria ser considerado inadmissível. Em 2026, Portugal confronta-se com uma inversão abrupta na sua trajetória orçamental e reencontra um velho espetro macroeconómico: o défice. Torna-se chocante constatar que, em meio século […]
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