No Estreito de Ormuz, a vantagem estratégica do Irão radica no princípio marxista de que posse é propriedade. A sucessão de retaliações entre Washington e Teerão questiona as regras do memorando de entendimento. O Irão insiste que continua a controlar Ormuz e quer impor condições à navegação; os americanos recusam qualquer limitação à liberdade de circulação. Analistas temem que recuar agora seja politicamente mais dispendioso para ambas as partes do que elevar a confrontação
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