O “estudo aprofundado” da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) sobre a evolução dos preços dos combustíveis rodoviários em Portugal continental – solicitado pela ministra do Ambiente e Energia, num período de grande volatilidade dos mercados energéticos internacionais – defende, assim, não existirem “fundamentos que justifiquem a fixação de margens máximas na comercialização de combustíveis”.
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