O mercado petrolífero está numa corrida contra o tempo, com as reservas mundiais cada vez mais perto de níveis críticos. E até as superpotências começam a temer os efeitos do conflito no Médio Oriente. A China, que encheu os seus depósitos antes da guerra, dispõe de apenas mais três a quatro meses antes de ter de aumentar novamente as importações. Aos EUA já só restam 60 milhões de barris disponíveis antes de ser atingido o limite mínimo estabelecido pelo Congresso
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