Cinco maiores bancos lucram 2,54 mil milhões no primeiro semestre apesar da pressão na margem financeira. Mas enquanto o BCP acelera com um crescimento de quase 13%, o Novobanco e o BPI desaceleram fortemente (-15,6% e -13%), e o Santander regista uma quebra de quase 5%. A subida da CGD foi de apenas 2,2% e sustentada em parte pela libertação de provisões. No Novobanco a queda aparatosa é explicada pelo impacto de custos extraordinários associados ao processo de venda do banco ao Groupe BPCE. A reversão de provisões (-0,11%) ajudou a amortecer a queda dos lucros.
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