Os visitantes são convidados a tocar e explorar cinco reproduções de traje, acompanhando a evolução das suas principais características entre o final do século XVIII e o final do século XIX. A exposição tem por base o projeto de Ana Margarida Valente, que é cega e que no âmbito do seu Doutoramento em Belas-Artes da Universidade de Lisboa ela própria costurou as peças de época.
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