O suspeito, que explora um estabelecimento de diversão noturna, coagia a vítima a prostituir-se, explorando a sua dependência económica. "Procedia, ainda, à gravação de imagem dos clientes da companheira, sem o conhecimento ou consentimento dos mesmos, devassando a sua intimidade sexual. Tais conteúdos eram, posteriormente, comercializados em plataformas sociais", apurou a investigação
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