A falta de asilo obrigou muitos a dormir nas florestas à volta da cidade de Ceuta. Relatos de confrontos físicos e as lutas por comida multiplicam-se. A fome e a sede apoderam-se de quem resiste em Ceuta. Mais vale esta prisão improvisada do que voltar para Marrocos, dizem muitos dos que tentaram a sorte. Há agora 88 mortos a registar nesta crise migratória
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