<p style="margin-bottom:11px">Felícia Cabrita, autora da investigação jornalística que revelou a ligação pessoal do ministro Luís Neves a um empreiteiro que tinha trabalhado para a Polícia Judiciária, instituição de que o governante tinha sido diretor nacional, reage à <a href="https://cnnportugal.iol.pt/luis-neves/mai/polemica-com-empreiteiro-ministro-luis-neves-nao-se-compromete-a-apresentar-faturas-publicamente-e-garante-que-nao-teve-qualquer-vantagem/20260712/6a53f576d34e511da0b2ccf5">entrevista dada à TVI e CNN Portugal</a>. A jornalista identifica novas dúvidas que se levantam após as declarações do ministro.</p> <p>“O senhor ministro parece não estar a dar grande importância ao facto, apesar de se desdobrar em entrevistas”, vinca.</p> <p>Felícia Cabrita lembra que, em Portugal, a experiência mostra que não há pagamentos apenas no fim, como justificou Luís Neves.</p>
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