Há 30 anos, o Estado português pagou 130 milhões de euros para cancelar a construção de uma grande barragem e evitar a submersão da arte rupestre do vale do Côa. Agora, os arqueólogos estão muito preocupados: por causa de um resto dessa mesma obra, 119 gravuras que “não sabem nadar” estão sujeitas a cheias cada vez mais prolongadas. O património mundial está em risco
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