A Europa continua a tentar preservar uma relação transatlântica que mudou profundamente. Entre ameaças às alianças, pressão sobre os aliados e o risco de uma nova crise constitucional nos EUA, Bruxelas aproxima-se do momento em que terá de traçar as suas próprias linhas vermelhas. A questão já não é saber se Trump mudará. É saber quando a UE aceitará que já não há volta atrás
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