<p>Até aqui o problema do acesso às redes sociais por crianças e jovens era visto como uma questão de responsabilidade individual. Mas isso está a mudar. É hora de responsabilizar "as plataformas, os decisores políticos, os pais, as famílias, porque as crianças não têm maturidade para tomar decisões, fazer uma regulação emocional consciente, avaliar os riscos e conseguir limitar", afirma a psicóloga clínica Isa Silvestre. </p>
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