A ordem abrange todos os que têm 30 anos ou mais, no ativo e na reserva, e foi apresentada como reforço da capacidade de combate. Mas cinco dos seis especialistas ouvidos pela Reuters não veem provas de que testar os militares sirva para tal e temem que empurre homens ainda novos para tratamentos desnecessários, capazes de comprometer a fertilidade
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