Na cimeira da NATO, sentado ao lado de Zelensky, o presidente dos EUA anunciou que Washington iria conceder uma licença de produção de Patriots a Kiev. À partida, este parecia ser um bom anúncio para o esforço de guerra ucraniano, mas afinal parece que não passa de um presente envenenado pela "crueldade de Trump". Quanto aos acordos internacionais quase diários para a venda de drones ucranianos anunciados por Zelensky, surge apenas uma dúvida: como é que um país em economia de guerra há mais de quatro anos tem esta capacidade de produção em escala?
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