ENTREVISTA || Mesmo que sempre tenha existido, a fome emocional tornou-se um tema. “Não se deve a uma coisa só”, antes a vários “desequilíbrios” combinados, explica Conceição Calhau, professora catedrática na NOVA Medical School. Por isso, não é tratada só no consultório do nutricionista. Há pacientes a quem se recomenda um acompanhamento paralelo por um psiquiatra. Caso contrário, sem ir à raiz, é estar a “varrer o problema para debaixo do tapete”
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