Foi hoje eliminado da legislação portuguesa o conceito de “violência obstétrica”, introduzido pela primeira vez em março do ano passado. A Assembleia da República aprovou a alteração à lei que regula os direitos na gravidez, no parto e no puerpério, sendo agora designado por “práticas inadequadas, desrespeitosas e não-consentidas”. Recordamos este texto que fala sobre a existência desta realidade no país.
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